A primeira descoberta de férias de Venceslau era que precisava de dinheiro, um papel que não se come mas tem que se ter todos os dias (segundo uma dama de uma esquina em Budapeste). No seu planeta as maneiras de se ganhar dinheiro eram um pouco diferentes, pois lá se fazia um hibrido de tiush com litrs e se dava uma bela árvore onde se pegava notas suficientes para viajar para algum lugar, no resto se vivia de presentes, uma tradição local.
Na sua primeira empreitada trabalhou como ilusionista, plantava bananeira com sua mão invisivel (que só aparecia no inverno) e com as outras duas ficava batendo palma ao som de Apache (banda The Shadows). Ganhou muito dinheiro com isso em um talk show que como vários durou só três meses.
Com dinheiro na carteira resolveu partir prá França, disseram para ele que era um lugar onde as mulheres tinham um diferente gosto de depilação e era um país que foi comandado por um louco - Como um louco conquista quase um continente? - como ele já se cansara de voar resolveu ir em uma grande minhoca de metal que andava em uns risquinhos (prenúncio de seu encontro e identificação com a tribo matutóide de Minas Gerais).
No meio da viagem aconteceu um assasinato, um parto, um desmaio e uma apresentação de dança. Na chegada da França, viu vários stengberds (turistas) maravilhados com uma imensa torre de televisão e pessoas namorando em pequenas praças fazendo declarações de amor/hora. No alto da torre de televisão conheceu outra dama chamada Vera (ele achava que todas se chamavam Pierre), mas diferente da de Budapeste usava menos maquiagem. Está moça captava as almas de todos com um instrumento vulgo máquina fotográfica. Sem a mínima vergonha (ele ainda não sabia o que era isso) ele se aproxima...
terça-feira, 29 de maio de 2007
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2 comentários:
Gente, que viagem...
Uai...
Parou, querido?
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